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CCR levou o Bloco Sul, que era o mais atrativo do dia

Nesta quarta-feira (7), o governo federal realizou uma série de leilões.

A CCR foi uma dos grandes vencedoras do leilão de aeroportos. A companhia levou o Bloco Sul, que era o mais atrativo do dia, e o Bloco Central, ambos com lances bastante acima dos segundos colocados.

Venceu a disputa pelo Bloco Sul com um lance de R$ 2,128 de outorga, que representou um ágio de 1.534% em relação ao valor inicialmente fixado pelo edital. A disputa já era esperada, mas o resultado superou a meta do governo.

A CCR venceu a proposta da espanhola Aena, de 1,05 bilhão de reais e a do grupo Infraestrutura Brasil, de 300 milhões.

A francesa Vinci ficou com o Bloco Norte, com os terminais de Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina (PR), Navegantes e Joinville (SC), e Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS).

A companhia brasileira também levou o Bloco Central, no qual estão os aeroportos de Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina (PR), Navegantes e Joinville (SC), e Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS). Para arrematá-lo, ofertou pagar outorga de 754 milhões de reais, ante valor mínimo de 8,1 milhões. A oferta bateu a proposta de 40,3 milhões do consórcio Central Airports, formado por Socicam Infraestrutura e o fundo de investimento XP Infra III.

Bloco Sul: Companhia de Participações em Concessões (CPC) – Grupo CCR

Curitiba/PR, Foz do Iguaçu/PR, Navegantes/SC, Londrina/PR, Joinville/SC, Bacacheri/PR, Pelotas/RS, Uruguaiana/RS e Bagé/RS

Bloco Norte: Vinci Airports

Manaus/AM, Porto Velho/RO, Rio Branco/AC, Cruzeiro do Sul/AC, Tabatinga/AM, Tefé/AM e Boa Vista/RR

Bloco Central: Companhia de Participações em Concessões (CPC) – Grupo CCR

Goiânia/GO, São Luís/MA, Teresina/PI, Palmas/TO, Petrolina/PE e Imperatriz/MA

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Agenda dos cursos de abril

Os cursos acontecerão em diversas regiões do país e serão ministrados pelo Centro de Treinamentos da Bravsec.

As inscrições estão abertas, entre em contato através do e-mail centrodetreinamento@bravsec.com.br ou envie uma mensagem via WhatsApp (11) 4307-5809.

Confira as datas:

✈️ Parintins (AM) – 05 a 09/04
• Formação em Básico Avsec

✈️ Passo Fundo (RS) – 06 a 08/04
• Atualização em Inspeção de Segurança em Aviação Civil

✈️ Cascavel (PR) – 12 a 14/04
• Atualização em Avsec para Operador de Aeródromo

✈️ Cascavel (PR) – 15 a 19/04
• Formação em Avsec para Operador de Aeródromo

✈️ Manaus (AM) – 14 a 15/04
• Atualização em Inspeção de Segurança em Aviação Civil

✈️ Manaus (AM) – 16 a 17/04
• Atualização em Inspeção de Segurança em Aviação Civil

✈️ Cascavel (PR) – 20 a 24/04
• Atualização em Inspeção de Segurança em Aviação Civil

✈️ Palmas (TO) – 20 a 22/04
• Atualização em Inspeção de Segurança em Aviação Civil

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A ação foi realizada pelo Foro Metropolitano da Foz do Rio Itajaí-Açu

A justiça Federal suspendeu o leilão de 22 aeroportos regionais. Uma liminar da 3ª Vara da Justiça Federal em Itajaí (SC) solicita que a concessão inclua a construção de uma nova pista de pousos e decolagens no local no aeroporto de Navegantes (SC).

Além disso, alegam que há erros técnicos, defeitos na avaliação econômico-financeira e nos estudos de engenharia da concessão.

O aeroporto deverá ser leiloado dentro do Bloco-Sul, juntamente com os aeroportos de Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS)

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Confira os tipos de máscaras proibidas a partir do dia 25

 

Atenção, passageiros!

A partir do dia 25 de março, quem precisar viajar de avião, deverá estar atento aos tipos de máscaras que NÃO serão permitidas nos aeroportos e aeronaves, de acordo com as novas regras da ANVISA para o combate à Covid-19.

 

  • Máscaras de acrílico ou plástico transparente
  • Máscaras com apenas uma camada
  • Bandanas e lenços
  • Máscaras com válvula de respiração
  • Face Shield (sem máscara de proteção por baixo)
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Novas medidas aprovadas pelas Anvisa

Devido ao agravamento da pandemia da covid19, a Anvisa aprovou medidas mais rígidas para o uso de máscaras aos passageiros. A nova regra estabelece que a máscara deve ser bem ajustada ao rosto, cobrindo o nariz e a boca, sem aberturas que permitam a entrada ou saída de ar e gotículas respiratórias.

Bandanas, lenços, protetores faciais do tipo “face shield”, máscaras de acrílico ou de plástico transparente e as que possuem válvula de expiração não serão mais aceitos nos aeroportos e nas aeronaves.

As máscaras de tecido confeccionadas artesanal ou industrialmente com material como algodão e tricoline continuam permitidas, mas devem possuir mais de uma camada de proteção e ajuste adequado ao rosto.

“O uso da máscara é um ato de cidadania. Uma medida em defesa da própria vida e do próximo”, disse o diretor Alex Machado Campos, responsável pela Quinta Diretoria da Anvisa e relator da mudança na RDC. “Para mitigar a propagação do SARS-CoV-2 e, consequentemente, o surgimento de novas variantes, é preciso reforçar o distanciamento social, a higienização das mãos e o uso de máscaras faciais. Dentre essas ferramentas para a proteção da saúde, é importante destacar o uso eficaz das máscaras, especialmente pela população que transita por ambientes confinados e coletivos”, ressaltou.

Dentro das aeronaves e nos terminais aeroportuários só será permitido retirar a máscara para hidratação ou para alimentar crianças com idade inferior a 12 anos, idosos e viajantes que sejam portadores de doenças que requeiram dieta especial. Quando esses mesmos passageiros precisarem se hidratar ou alimentar fora das aeronaves, é necessário observar o distanciamento mínimo de um metro em relação aos demais viajantes. A obrigatoriedade do uso de máscaras não vale para as praças de alimentação durante a refeição. Além disso, crianças com menos de três anos e pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, deficiências sensoriais ou quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado da proteção não serão obrigadas a usar a máscara.

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Confira o editorial completo

“Nunca passamos por um momento tão duro na aviação mundial. Isso todos sabem. Mas o que pouca gente está vendo é que a crise tem sido mais dura, aliás, muito mais dura para uma parte da cadeia do transporte aéreo: as empresas de serviços em solo.

Não precisamos ir muito longe para entender porque isso se dá e para compreender que devemos olhar o cenário de outra forma. Somos um setor intensivo de mão de obra, antes da pandemia, representávamos no país quase 40 mil empregos. Mas 16 mil trabalhadores tiveram que ser dispensados. Muitas empresas – Esatas – tiveram dificuldades em conseguir empréstimos para enfrentar o momento atual.

Bom, as empresas em solo fazem o serviço especializado que caberia aos aeroportos e às companhias aéreas.  Por esse motivo a solução para a crise tem que ser pensada de maneira colaborativa, será preciso olhar a cadeia como um todo para que a retomada seja possível. Se o setor de ground handling não suportar a travessia, toda a aviação será prejudicada e a velocidade de retomada será comprometida. Aeroportos, empresas aéreas – de voos regulares e não regulares – órgãos públicos sabem disso. Somos a parte frágil.

Nesta edição, uma ampla reportagem sobre a semelhança da crise brasileira e da europeia nos serviços em solo (graças à semelhança de modelos de livre mercado), um debate sobre a ação colaborativa para a recuperação da aviação, uma entrevista com o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz sobre o tema pandemia, além de importante posição da ANVISA sobre os processos sanitários em aeroportos e aeronaves.

Não deixe de conferir ainda as ações do Sineata para atualizar o Código Brasileiro de Ocupações, antiga reivindicação do setor, e a luta pela exclusão do ISS da base de cálculo do PIS/Cofins.”

 

Clique aqui e acesse o informativo Em Solo

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A ETF pede apoio financeiro imediato para os trabalhadores em terra

Com estimativas apontando que 58,5% dos trabalhadores das ESATAs – empresas de serviços auxiliares – estão atualmente desempregados como resultado da pandemia Covid-19, a ETF pediu um melhor apoio financeiro para o setor e sua força de trabalho.

Um ano depois que o Covid-19 foi detectado na Europa pela primeira vez, acredita-se que apenas 40% dos colaboradores de solo baseado na Europa estejam trabalhando. Como resultado, a Federação Europeia dos Trabalhadores dos Transportes (ETF) apelou ao apoio financeiro imediato aos aeroportos e prestadores de serviços auxiliares de transporte aéreo na Europa para proteger a segurança aérea bem como a saúde e bem-estar dos trabalhadores, juntamente com a necessária manutenção dos seus empregos e salários.

Com base em uma pesquisa entre os membros, a ETF estima que 58,5% dos trabalhadores do ground handling estão desempregados. Aproximadamente 23% da força de trabalho baseada em aeroportos europeus foi demitida, enquanto 35,5% da força de trabalho baseada em aeroportos europeus está atualmente em licença e outros esquemas de trabalho de curta duração.

A aviação europeia precisa de um plano extenso para proteger o sistema do transporte aéreo, incluindo os trabalhadores do ground handling e as infraestruturas aeroportuárias. Apesar dos apelos de todas as partes, os prestadores de serviços de assistência em solo e sua força de trabalho ficaram órfãos e foram excluídos dos pacotes de auxílio estatal e tentam lutar pela sobrevivência. Os resultados desta abordagem aplicada em toda a União Europeia (UE) são alarmantes.

“A perda de empregos das ESATAs de hoje se transformará em uma indústria sofrida amanhã. A demanda por viagens provavelmente retornará rapidamente, e o ground handling pode não ser capaz de lidar com a falta de pessoal qualificado e treinado, que é uma parte essencial da infraestrutura aeronáutica”, disse Eoin Coates, Chefe de Aviação da ETF.

A ETF apela aos governos nacionais e às instituições europeias para que prestem ajuda financeira, condicionada à proteção de empregos nos aeroportos e prestadores de serviços de assistência em solo. Deixar o setor para lutar esta batalha sozinho, sem quaisquer recursos, será prejudicial para a retomada da indústria da aviação civil, como também interferirá na segurança aérea e sanitária, assim como na saúde e bem-estar dos colaboradores. Os Estados-Membros devem elaborar imediatamente planos para a recuperação e resiliência do segmento de Ground Handling na UE.

Por Ricardo Aparecido Miguel Diretor Presidente da ABESATA.

Texto original: International Airport Review

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Transporte das doses da vacina

A semana começou com as companhias aéreas transportando para todo o Brasil, as doses da vacina contra a Covid19.

A Azul está transportando em voos regulares e de cargas. As primeiras cidades que irão receber por meio da empresa são Cuiabá, Vitória, João Pessoa, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, Salvador, São Luiz, Aracajú, Natal e Maceió. Ao todo, a companhia irá transportar 2,7 milhões de doses.

A Latam transportará o equivalente a 15 toneladas de vacinas. É fundamental a agilidade no transporte, pela importância da vacina como também garantir a cadeia de frios. Atualmente, a Latam Cargo conta com 3o pontos de recebimento de insumos médicos em todo o mundo, incluindo Europa, Estados Unidos e Chile. 

A Gol e a GOLLOG transportarão vacinas da CoronaVac para todo o país em ação coordenada com os governos federais e estaduais. Os próximos dias serão de voos realizados, à medida que as cargas forem disponibilizadas. 

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1,91 milhão de passageiros nos aeroportos da Infraero

Entre os dias 18 de dezembro e 4 de janeiro de 2021, os 32 aeroportos da Rede Infraero deverão receber 1,91 milhão de passageiros. O maior movimento ocorrerá entre os dias 21 e 23 de dezembro e 4 de janeiro. Essa projeção é de 41% menor em relação ao que foi registrado na temporada passada.

Para ter uma noção, dá para comparar: temporada passada foram 3,57 milhões de pessoas que circularam. 

A Infraero tem adotado as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre distanciamento social, uso de máscara e higienização das mãos dentro dos terminais, que estão sinalizados e têm veiculado mensagens audiovisuais. 

Essas recomendações também estão no site da Infraero, clique aqui e tenha uma viagem tranquila.

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A projeção é para voos domésticos

Durante o período de isolamento, as empresas aéreas tiveram redução de 93% em suas atividades, chegando a 99% nos meses de pico de circulação do vírus e das medidas de isolamenro social. A média de 2,5 mil voos diários caiu cerca de 200 por dia.

A projeção de retomada de 80% para voos domésticos e 45% aos voos internacionais, foi apresentada pelo secretário nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, em debate sobre as perspectivas do setor no 2º Seminário de Competitividade do Setor de Infraestrutura, promovido pelo Ministério da Infraestrutura em parceria com a Fundação Dom Cabral. 

A partir de dezembro, com a alta temporada, a expectativa do governo é que haja um reaquecimento para destinos como praias nas regiões Nordeste e Sul.

Fonte: A Gazeta