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Você vai precisar de caixa de transporte, coleira, identificação…

Pra começar, é importante que o gato esteja acostumado com a caixa de transporte, de preferência desde filhote. No entanto, se o gato for mais velho, uma boa opção é atraí-lo colocando itens de que ele goste dentro da caixa, como cobertores, brinquedos e petiscos. Para auxiliar e diminuir o estresse é indicado utilizar feromônios específicos para gatos. Para utilizar esse método, é fundamental consultar um veterinário de confiança antes.

Aliás, antes de viajar procure o médico veterinário de confiança. As mudanças repentinas de ambiente podem ser estressantes para os gatos. É importante ter esses pequenos cuidados antes de viajar. E é obrigatório estar com as vacinas em dia, então, já aproveita e resolve tudo de uma vez na consulta. Para viagens de avião é exigida a carteira de vacinação em dia – em especial, a vacina antirrábica, obrigatória para viagens nacionais e internacionais. Ela é exigida para animais que tenham mais de três meses de idade, e deve ser aplicada 30 dias antes da viagem, caso essa seja a primeira dose do animal. Sua validade é de 1 ano.

Em viagens em território nacional, além da caixa de transporte (de material e tamanho indicados pela empresa aérea), também são exigidos o atestado de saúde, com validade de 10 dias, feito por um médico veterinário vinculado ao CRMV (Conselho Regional de Medicina Veterinária), e a carteira de vacinação atualizada. É necessário fazer um contato com a companhia aérea antes mesmo de comprar a passagem, para verificar todas as regras e definir se o seu gatinho vai viajar na cabine ou no compartimento de cargas. Além disso, em cada empresa aérea, é cobrada uma taxa para o transporte do animal.

Já para viagens internacionais com gatos, as exigências são ainda maiores, dado que devemos seguir as regras do nosso país e do país de destino. Além das exigências para voos nacionais (caixa de transporte, atestado médico e carteira de vacinação atualizada), é obrigatório o Certificado Zoo Sanitário Internacional (CZI), emitido pelo Ministério da Agricultura. Como existem regras específicas para cada companhia e para cada país, o indicado é que você entre em contato com a empresa desejada com antecedência, além de pesquisar sobre a legislação para a entrada de animais no país que pretende visitar. Em viagens internacionais também é cobrada uma taxa para o transporte do animal.

 

Fonte: Zoom

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OACI e ANAC promovem o Ano da Cultura AVSEC

Com foco no princípio de que a segurança é responsabilidade de todos, a Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) e a Agência Nacional de Aviação Civil  (ANAC) realizarão uma série de eventos e atividades para apoiar o Ano da Cultura AVSEC (Year of Security Culture – YOSC). Devido às restrições causadas pela pandemia, a maioria dos eventos será feita de forma remota.

O Ano da Cultura AVSEC é um esforço global, que busca encorajar e facilitar o aprimoramento dos comportamentos e práticas de AVSEC. Todos na aviação fazem parte disso.

De que forma a ANAC irá apoiar o Ano da Cultura AVSEC?

Em âmbito nacional o Ano da Cultura AVSEC será promovido pela Gerência de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita (GSAC), da Superintendência de Infraestrutura Aeroportuária (SIA), com o apoio da Coordenadoria de Instrução AVSEC e SESCINC (CIAS), da Superintendência de Pessoal da Aviação Civil (SPL).

A ANAC pretende contribuir para o Ano da Cultura AVSEC por meio de diversas ações que serão desenvolvidas ao longo do ano de 2021, tais como mesas redondas com especialistas em diversos temas relacionados à AVSEC, cursos de capacitação, ações de conscientização, incentivo à adoção e o compartilhamento de melhores práticas, premiação para inovações em security, bem como a tomada de ações individuais e coletivas em prol da cultura AVSEC na ANAC, nos demais órgãos públicos com responsabilidade AVSEC e na indústria.

Para complementar, uma pesquisa está disponível no portal AVSEC. Para participar basta clicar neste link: https://pesquisas.anac.gov.br/index.php/182634?lang=pt-BR.

A pesquisa é curta, pode ser respondida até o dia 13/06 e trará um panorama muito importante para a promoção da cultura de AVSEC no país.

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As primeiras rotas serão apresentadas ainda neste mês

Para iniciar a semana com uma boa notícia!

A Itapemirim Transportes Aéreos obteve a aprovação da Anac para iniciar suas operações regulares. A empresa recebeu o Certificado de Operador Aéreo (COA) e com isso, a autorização legal para operar voos comerciais de passageiros em todo território nacional.

Com isso, deve iniciar a venda de passagens ainda nesta semana e as rotas deverão ser apresentadas ainda neste mês.

Com uma frota composta exclusivamente pelo Airbus A320, a empresa espera adotar um serviço diferenciado, além de optar por uma configuração para 162 assentos, permitindo mais espaço individual a todos os passageiros.

Fonte: Aero Magazine

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O setor de ground handling é um dos mais fragilizados pela pandemia

Entidades representando as companhias aéreas, os aeroportos e as empresas de ground handling participaram da Audiência Pública com o tema Impactos da Pandemia no Transporte Aéreo, na Câmara dos Deputados (Anexo II, Plenário 11), em Brasília. Convocada pela Comissão de Viação e Transporte, a reunião extraordinária teve o objetivo de ajudar os deputados a conhecer melhor os impactos da pandemia no setor aéreo.

Evento contou com a participação do presidente da Abesata, Ricardo Miguel, e representantes de diversas outras entidades do setor. Em toda a América Latina, o setor caiu de 7,6 milhões de trabalhadores em 2019 para 3,7 milhões em 2020.

Foi apresentado um retrato da evolução da crise e todos os aspectos que precisam ser trabalhados para permitir a retomada, entre eles o enfrentamento de problemas como o fato de o país ter um dos combustíveis mais caros do planeta, a insegurança jurídica e os entraves para o crescimento do setor.

O segmento de ground handling defendeu um formato específico para o setor aéreo acerca da garantia para o acesso ao crédito, quer seja através do Fundo Garantidor de Investimento, quer seja por meio do FNAC (fundo nacional de aviação civil), uma vez que as empresas não puderam utilizar até agora.

O diretor da IATA no Brasil, Dany Lima de Oliveira, mostrou o retrocesso que a pandemia está representando para a aviação mundial. “Basta olhar que em 2019, foram transportados em todo o mundo 4,5 bilhões de pessoas e no ano passado caímos para 1,8 bilhão, foi como andar para trás 20 anos”, disse Dany.  Na visão do executivo, a conectividade aérea foi dizimada pela pandemia.

Já Eduardo Sanovicz, presidente da Abear, apresentou um mapa de tudo que precisa ser feito para permitir a retomada do setor, destacando a questão do combustível entre os mais caros do mundo, representando 28,9% do custo das companhias aéreas.

Para o presidente da Abesata, o setor de ground handling é um dos mais fragilizados pela pandemia não apenas porque é intensivo de mão de obra, mas principalmente pelo fato de que as empresas não conseguiram acesso ao crédito. “Mexer nas regras do fundo garantidor para que todas possam ter acesso ao socorro é um dever de honra de todos nós aqui reunidos”, disse Miguel. O executivo explica que na prática os bancos não querem emprestar dinheiro para as empresas de serviços em solo porque o setor de aviação tem sido um dos mais atingidos pela crise, e não querem arcar com nenhum risco. Miguel também pontuou que o segmento está na expectativa da publicação do Benefício Emergencial que permite redução de jornadas e salários.

Ronei Glanzmann, Secretário Nacional da Aviação Civil (SAC), disse que tudo que pode ser feito em termos de regulação para ajudar o setor foi feito e que só a vacinação vai permitir a retomada da aviação. Todos os participantes destacaram o papel relevante do transporte aéreo na pandemia, fazendo os insumos chegarem aos destinos em um primeiro momento e agora as vacinas.

 

Participaram da audiência pública o presidente da ANAC, Juliano Noman, Ronei Saggioro Glanzmann, Secretário Nacional da Aviação Civil (SAC), Eduardo Sanovicz, Presidente da ABEAR, Dany de Oliveira, Diretor da IATA no Brasil, Ricardo Aparecido Miguel, Diretor-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo – ABESATA, Dyogo Oliveira, Diretor-presidente da Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos (ANEAA), Ondino Dutra, Presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas – SNA, além dos Deputados Federais Carlos Chiodini, Coronel Tadeu, Rodrigo Coelho.

 

Fonte: Abesata

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Azul está de volta ao céu de Lisboa

Devido ao cenário da pandemia que gerou agravamento do número de casos em Portugal e a detecção de novas variantes do vírus Sars-Cov-2, o Governo Português publicou o Despacho n.º 3894-A/2021, 17 de abril, 2021, onde permite voos de/para o Portugal entre 16/04/2021 até 30/04/2021, desde que os passageiros atendam os seguintes requisitos:

– Cidadãos nacionais da União Europeia, nacionais de Estados associados ao Espaço Schengen Titulares de autorização de residência em Portugal;

– Clientes que não são cidadãos do União Europeia ou Espaço Schengen e que serão permitidos, tem de apresentar a seguinte condição:

– Por questões humanitárias e de saúde apresentando a documentação que comprove tal necessidade;

– O cônjuge /O parceiro com união estável de cidadãos nacionais da União Europeia e residentes;

– Os descendentes diretos com menos de 21 anos de idade ou que estejam a cargo, assim como os do cônjuge ou do parceiro;

– Os ascendentes diretos que estejam a cargo, assim como os do cônjuge;

– Clientes com visto de estudante ou visto de trabalho;

– Clientes que possuam agendamento no SEF ou manifestação de interesse válida.

 

Os passageiros que viajarem a Portugal cumprindo essas condições, deverão:

  Apresentar no momento da partida um teste negativo (RT-PCR) realizado nas 72 horas anteriores à hora do embarque, sob pena de lhes ser recusado o embarque na aeronave e a entrada em território nacional; e fazer quarentena de 14 dias à chegada.

  Preencher ou apresentar a comprovação do preenchimento do PLC (Passenger Locator Card) eletrônico na base de origem.

  Preencher o formulário do SEF Travel, fornecendo as informações necessárias para sua entrada no País. Após o preenchimento, será enviado pela SEF, um certificado que deverá ser apresentado ao controle de fronteira. Reforçamos que a entrada no País será permitida apenas após a apresentação do certificado.

Fonte: Voe Azul

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CCR levou o Bloco Sul, que era o mais atrativo do dia

Nesta quarta-feira (7), o governo federal realizou uma série de leilões.

A CCR foi uma dos grandes vencedoras do leilão de aeroportos. A companhia levou o Bloco Sul, que era o mais atrativo do dia, e o Bloco Central, ambos com lances bastante acima dos segundos colocados.

Venceu a disputa pelo Bloco Sul com um lance de R$ 2,128 de outorga, que representou um ágio de 1.534% em relação ao valor inicialmente fixado pelo edital. A disputa já era esperada, mas o resultado superou a meta do governo.

A CCR venceu a proposta da espanhola Aena, de 1,05 bilhão de reais e a do grupo Infraestrutura Brasil, de 300 milhões.

A francesa Vinci ficou com o Bloco Norte, com os terminais de Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina (PR), Navegantes e Joinville (SC), e Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS).

A companhia brasileira também levou o Bloco Central, no qual estão os aeroportos de Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina (PR), Navegantes e Joinville (SC), e Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS). Para arrematá-lo, ofertou pagar outorga de 754 milhões de reais, ante valor mínimo de 8,1 milhões. A oferta bateu a proposta de 40,3 milhões do consórcio Central Airports, formado por Socicam Infraestrutura e o fundo de investimento XP Infra III.

Bloco Sul: Companhia de Participações em Concessões (CPC) – Grupo CCR

Curitiba/PR, Foz do Iguaçu/PR, Navegantes/SC, Londrina/PR, Joinville/SC, Bacacheri/PR, Pelotas/RS, Uruguaiana/RS e Bagé/RS

Bloco Norte: Vinci Airports

Manaus/AM, Porto Velho/RO, Rio Branco/AC, Cruzeiro do Sul/AC, Tabatinga/AM, Tefé/AM e Boa Vista/RR

Bloco Central: Companhia de Participações em Concessões (CPC) – Grupo CCR

Goiânia/GO, São Luís/MA, Teresina/PI, Palmas/TO, Petrolina/PE e Imperatriz/MA

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A ação foi realizada pelo Foro Metropolitano da Foz do Rio Itajaí-Açu

A justiça Federal suspendeu o leilão de 22 aeroportos regionais. Uma liminar da 3ª Vara da Justiça Federal em Itajaí (SC) solicita que a concessão inclua a construção de uma nova pista de pousos e decolagens no local no aeroporto de Navegantes (SC).

Além disso, alegam que há erros técnicos, defeitos na avaliação econômico-financeira e nos estudos de engenharia da concessão.

O aeroporto deverá ser leiloado dentro do Bloco-Sul, juntamente com os aeroportos de Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS)