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Novas medidas aprovadas pelas Anvisa

Devido ao agravamento da pandemia da covid19, a Anvisa aprovou medidas mais rígidas para o uso de máscaras aos passageiros. A nova regra estabelece que a máscara deve ser bem ajustada ao rosto, cobrindo o nariz e a boca, sem aberturas que permitam a entrada ou saída de ar e gotículas respiratórias.

Bandanas, lenços, protetores faciais do tipo “face shield”, máscaras de acrílico ou de plástico transparente e as que possuem válvula de expiração não serão mais aceitos nos aeroportos e nas aeronaves.

As máscaras de tecido confeccionadas artesanal ou industrialmente com material como algodão e tricoline continuam permitidas, mas devem possuir mais de uma camada de proteção e ajuste adequado ao rosto.

“O uso da máscara é um ato de cidadania. Uma medida em defesa da própria vida e do próximo”, disse o diretor Alex Machado Campos, responsável pela Quinta Diretoria da Anvisa e relator da mudança na RDC. “Para mitigar a propagação do SARS-CoV-2 e, consequentemente, o surgimento de novas variantes, é preciso reforçar o distanciamento social, a higienização das mãos e o uso de máscaras faciais. Dentre essas ferramentas para a proteção da saúde, é importante destacar o uso eficaz das máscaras, especialmente pela população que transita por ambientes confinados e coletivos”, ressaltou.

Dentro das aeronaves e nos terminais aeroportuários só será permitido retirar a máscara para hidratação ou para alimentar crianças com idade inferior a 12 anos, idosos e viajantes que sejam portadores de doenças que requeiram dieta especial. Quando esses mesmos passageiros precisarem se hidratar ou alimentar fora das aeronaves, é necessário observar o distanciamento mínimo de um metro em relação aos demais viajantes. A obrigatoriedade do uso de máscaras não vale para as praças de alimentação durante a refeição. Além disso, crianças com menos de três anos e pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, deficiências sensoriais ou quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado da proteção não serão obrigadas a usar a máscara.

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Confira o editorial completo

“Nunca passamos por um momento tão duro na aviação mundial. Isso todos sabem. Mas o que pouca gente está vendo é que a crise tem sido mais dura, aliás, muito mais dura para uma parte da cadeia do transporte aéreo: as empresas de serviços em solo.

Não precisamos ir muito longe para entender porque isso se dá e para compreender que devemos olhar o cenário de outra forma. Somos um setor intensivo de mão de obra, antes da pandemia, representávamos no país quase 40 mil empregos. Mas 16 mil trabalhadores tiveram que ser dispensados. Muitas empresas – Esatas – tiveram dificuldades em conseguir empréstimos para enfrentar o momento atual.

Bom, as empresas em solo fazem o serviço especializado que caberia aos aeroportos e às companhias aéreas.  Por esse motivo a solução para a crise tem que ser pensada de maneira colaborativa, será preciso olhar a cadeia como um todo para que a retomada seja possível. Se o setor de ground handling não suportar a travessia, toda a aviação será prejudicada e a velocidade de retomada será comprometida. Aeroportos, empresas aéreas – de voos regulares e não regulares – órgãos públicos sabem disso. Somos a parte frágil.

Nesta edição, uma ampla reportagem sobre a semelhança da crise brasileira e da europeia nos serviços em solo (graças à semelhança de modelos de livre mercado), um debate sobre a ação colaborativa para a recuperação da aviação, uma entrevista com o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz sobre o tema pandemia, além de importante posição da ANVISA sobre os processos sanitários em aeroportos e aeronaves.

Não deixe de conferir ainda as ações do Sineata para atualizar o Código Brasileiro de Ocupações, antiga reivindicação do setor, e a luta pela exclusão do ISS da base de cálculo do PIS/Cofins.”

 

Clique aqui e acesse o informativo Em Solo

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A ETF pede apoio financeiro imediato para os trabalhadores em terra

Com estimativas apontando que 58,5% dos trabalhadores das ESATAs – empresas de serviços auxiliares – estão atualmente desempregados como resultado da pandemia Covid-19, a ETF pediu um melhor apoio financeiro para o setor e sua força de trabalho.

Um ano depois que o Covid-19 foi detectado na Europa pela primeira vez, acredita-se que apenas 40% dos colaboradores de solo baseado na Europa estejam trabalhando. Como resultado, a Federação Europeia dos Trabalhadores dos Transportes (ETF) apelou ao apoio financeiro imediato aos aeroportos e prestadores de serviços auxiliares de transporte aéreo na Europa para proteger a segurança aérea bem como a saúde e bem-estar dos trabalhadores, juntamente com a necessária manutenção dos seus empregos e salários.

Com base em uma pesquisa entre os membros, a ETF estima que 58,5% dos trabalhadores do ground handling estão desempregados. Aproximadamente 23% da força de trabalho baseada em aeroportos europeus foi demitida, enquanto 35,5% da força de trabalho baseada em aeroportos europeus está atualmente em licença e outros esquemas de trabalho de curta duração.

A aviação europeia precisa de um plano extenso para proteger o sistema do transporte aéreo, incluindo os trabalhadores do ground handling e as infraestruturas aeroportuárias. Apesar dos apelos de todas as partes, os prestadores de serviços de assistência em solo e sua força de trabalho ficaram órfãos e foram excluídos dos pacotes de auxílio estatal e tentam lutar pela sobrevivência. Os resultados desta abordagem aplicada em toda a União Europeia (UE) são alarmantes.

“A perda de empregos das ESATAs de hoje se transformará em uma indústria sofrida amanhã. A demanda por viagens provavelmente retornará rapidamente, e o ground handling pode não ser capaz de lidar com a falta de pessoal qualificado e treinado, que é uma parte essencial da infraestrutura aeronáutica”, disse Eoin Coates, Chefe de Aviação da ETF.

A ETF apela aos governos nacionais e às instituições europeias para que prestem ajuda financeira, condicionada à proteção de empregos nos aeroportos e prestadores de serviços de assistência em solo. Deixar o setor para lutar esta batalha sozinho, sem quaisquer recursos, será prejudicial para a retomada da indústria da aviação civil, como também interferirá na segurança aérea e sanitária, assim como na saúde e bem-estar dos colaboradores. Os Estados-Membros devem elaborar imediatamente planos para a recuperação e resiliência do segmento de Ground Handling na UE.

Por Ricardo Aparecido Miguel Diretor Presidente da ABESATA.

Texto original: International Airport Review

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Transporte das doses da vacina

A semana começou com as companhias aéreas transportando para todo o Brasil, as doses da vacina contra a Covid19.

A Azul está transportando em voos regulares e de cargas. As primeiras cidades que irão receber por meio da empresa são Cuiabá, Vitória, João Pessoa, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, Salvador, São Luiz, Aracajú, Natal e Maceió. Ao todo, a companhia irá transportar 2,7 milhões de doses.

A Latam transportará o equivalente a 15 toneladas de vacinas. É fundamental a agilidade no transporte, pela importância da vacina como também garantir a cadeia de frios. Atualmente, a Latam Cargo conta com 3o pontos de recebimento de insumos médicos em todo o mundo, incluindo Europa, Estados Unidos e Chile. 

A Gol e a GOLLOG transportarão vacinas da CoronaVac para todo o país em ação coordenada com os governos federais e estaduais. Os próximos dias serão de voos realizados, à medida que as cargas forem disponibilizadas. 

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1,91 milhão de passageiros nos aeroportos da Infraero

Entre os dias 18 de dezembro e 4 de janeiro de 2021, os 32 aeroportos da Rede Infraero deverão receber 1,91 milhão de passageiros. O maior movimento ocorrerá entre os dias 21 e 23 de dezembro e 4 de janeiro. Essa projeção é de 41% menor em relação ao que foi registrado na temporada passada.

Para ter uma noção, dá para comparar: temporada passada foram 3,57 milhões de pessoas que circularam. 

A Infraero tem adotado as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre distanciamento social, uso de máscara e higienização das mãos dentro dos terminais, que estão sinalizados e têm veiculado mensagens audiovisuais. 

Essas recomendações também estão no site da Infraero, clique aqui e tenha uma viagem tranquila.

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A projeção é para voos domésticos

Durante o período de isolamento, as empresas aéreas tiveram redução de 93% em suas atividades, chegando a 99% nos meses de pico de circulação do vírus e das medidas de isolamenro social. A média de 2,5 mil voos diários caiu cerca de 200 por dia.

A projeção de retomada de 80% para voos domésticos e 45% aos voos internacionais, foi apresentada pelo secretário nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, em debate sobre as perspectivas do setor no 2º Seminário de Competitividade do Setor de Infraestrutura, promovido pelo Ministério da Infraestrutura em parceria com a Fundação Dom Cabral. 

A partir de dezembro, com a alta temporada, a expectativa do governo é que haja um reaquecimento para destinos como praias nas regiões Nordeste e Sul.

Fonte: A Gazeta

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Está previsto para iniciar a obra em janeiro

Crédito da imagem: foto-guga-matos-aeroporto-recife

A expectativa da Aena é que os investimentos para o Aeroporto Internacional do Recife, de concessão da empresa espanhola Aena Brasil, sejam feitas dentro de quatro meses. Portanto, devem ser concluídas em maio de 2021. A previsão do contrato de concessão seria de começar as obras dentro de seis meses, após a data em que a Aena assumisse os aeroportos – no caso do terminal pernambucano, a concessionária assumiu no dia 3 de março. No entanto, logo no dia 11 de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou estado de pandemia da Covid-19, o que precisou suspender diversas atividades e obras.

Serão três blocos de investimentos, de acordo com o contrato de concessão. O equipamento pernambucano e outros cinco do Nordeste que fazem parte do grupo – Maceió (AL), Aracaju (SE), João Pessoa (PB), Campina Grande (PB) e Juazeiro do Norte (CE) – receberão um valor de aproximadamente R$ 120 milhões em um primeiro bloco de investimentos.

Dentro do valor, não há detalhamento específico, ainda, só para o equipamento pernambucano, mas receberá a maior parte devido aos maiores movimentos de passageiros e operações.

“Agora começamos a retomar as operações e já temos as datas de investimentos. Esse primeiro bloco de reformas será para requalificação de banheiros, melhoria na climatização, sinalização e outras ações imediatas. Para os seis aeroportos, o valor será de cerca de R$ 120 milhões”, comentou o presidente da Aena Brasil, Santiago Yus.

Fonte: Folha PE

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Antes de embarcar, você encontra os nossos profissionais de solo

São diversas as opções de trabalho dos profissionais de solo: atender aos clientes no check-in, vender passagens, organizar as entradas e saídas dos passageiros, fiscalizar bagagens e várias outras atribuições.

Os profissionais de solo lidam diretamente com o público, nos corredores e salões dos aeroportos. Encontram diferentes clientes e situações, precisam ser ágeis e corretos.

Antes mesmo de embarcar, você encontra os nossos profissionais de solo nos aeroportos de todo Brasil.

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Orientações da Anac para a proteção da saúde dos profissionais do setor aéreo

A atenção de cada um é muito importante nos cuidados para evitar riscos de infecção da covid-19.

No setor aéreo não é diferente. 

Proteção para funcionários       

Todos os profissionais que trabalham no sistema de transporte aéreo devem utilizar EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) como máscaras, luvas e vestuário especial, se necessário, para se protegerem e afastarem o risco de transmissão do novo coronavírus. 

Higienização das mãos

Além do uso do álcool em gel, lavar as mãos com água e sabão, sempre que possível, é um hábito muito importante. Para manter as mãos limpas, passageiros e tripulantes contarão com aeroportos e aeronaves sempre equipados com água, sabão e recipientes de álcool em gel. 

Distanciamento entre pessoas

Manter o distanciamento social no aeroporto é mais uma medida importante para a redução do risco de infecção por coronavírus. Assim, deve-se observar a distância, sempre que possível, de aproximadamente 2 metros entre os passageiros em filas e espaços comuns do aeroporto. 

Assento no aeroporto  

A mesma regra de distanciamento nas filas e nos espaços comuns do aeroporto é sugerida para os assentos. Assim, a recomendação é para que administração do terminal bloqueie parte dos assentos a fim de evitar a proximidade física entre os passageiros que aguardam seus voos.

Evite as aglomerações 

Assim como em nosso dia-a-dia,  a orientação geral no transporte aéreo é evitar aglomerações a fim de reduzir a transmissão do coronavírus, especialmente nas praças de alimentação e nos momentos de check-in, saída da aeronave e desembarque – aguarde a sua vez.

Banheiro do aeroporto               

Os banheiros do aeroporto devem ser mantidos limpos, com desinfecção completa pelo menos 3 vezes ao dia. Os banheiros devem estar sempre supridos com sabonete líquido, água corrente e papel toalha.

Higienização do aeroporto        

Os ambientes e equipamentos do aeroporto devem ser limpos e desinfectados com frequência, com reforço para a higienização de locais de maior toque, como elevadores, corrimões, braços de cadeiras, carrinhos de bagagem, passador de escadas rolantes, bebedouros e maçanetas das portas dos banheiros.

O aeroporto do Recife é considerado o melhor terminal regional do Brasil

Localizado na Zona Sul da capital pernambucana, o Aeroporto Internacional do Recife Guararapes – Gilberto Freyre, foi considerado o melhor terminal aéreo regional do Brasil pelo World Airport Awards 2020. 

O aeroporto ficou entre os dez melhores em três categorias, conquistando a décima colocação na categoria dos melhores terminais aéreos da América do Sul e também foi reconhecido por sua equipe de profissionais, conquistando a nona posição na categoria de melhor “staff” da América do Sul.

Fonte: Aena