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AirConnected 2021 amplia alcance da pauta de transporte aéreo

Com o tema “Transporte aéreo resiliente, flexível e tecnológico” entre os dias 01 e 03 de setembro acontecerá o AirConnected, em São Paulo (SP). O evento será no formato híbrido, com ação presencial on-line ao vivo e será em paralelo ao Connected Smart Cities & Mobility, mais importante iniciativa de cidades e mobilidade urbana do país.

Abordagens do AirConnected 2021

Tecnologia, Segurança & Automação: com ênfase em inovação e conectividade; experiência sensorial e emocional do passageiro; automação; autoatendimento; e processamento e localização da bagagem.

Tendências da Mobilidade Aérea: a proposta é debater com profundidade sobre eVTOL (veículo voador elétrico para uso urbano); táxi aéreo; drones; MaaS (Mobilidade como um serviço); e mobilidade aérea integrada ao planejamento de transporte multimodal.

Meio Ambiente: trará abordagem sobre sustentabilidade e licenciamento ambiental.

Gerenciamento & Regulação: com as pautas sobre regulação e certificação; gestão de stakeholders; interoperabilidade; governança; e formação de mão de obra.

Construção & Design: sobre os modelos de infraestrutura; arquitetura; construção e instalações; modelos de financiamento; como o investimento necessário será obtido; e parcerias público-privadas (PPs).

Torre de Controle: controle de tráfego aéreo e sistemas de equipamentos.

Operações: companhias aéreas; serviços auxiliares de transporte aéreo; e equipamentos para rampa e pátio.

Varejo, Serviços e Publicidade Aeroportuária: modelos de receita; descrição de como as receitas serão geradas; fluxo de renda; mapa do aeroporto (roteiro com opções de serviços, varejo, restaurantes); conceito comercial em aeroportos (lojas: arquitetura da área comercial, influência da cultura local e perfil do cliente em aeroportos).

Publicidade: com abordagem sobre vantagem da publicidade em aeroportos; campanhas locais, regionais, nacionais e internacionais.

Edição histórica

Sob o tema Futuro pós-coronavírus: a interligação do ecossistema para manter o mundo conectado,  o Air Connected 2020 reuniu os principais atores do setor de transporte aéreo para debater sobre as perspectivas para o ecossistema. A iniciativa contou com aproximadamente 100 palestrantes, 3 mil participantes e mais de 16 mil acessos aos conteúdos.

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Terceirização de tripulantes: esclarecimentos sobre os impactos

A Medida Provisória 1.029/21 editada em fevereiro deste ano, que altera a relação trabalhista dos tripulantes de aeronaves operadas por órgãos públicos, decorre da aprovação pelo Senado Federal.

A Lei do Aeronauta (Lei 13.475, de 28 de agosto de 2017), determina em seu artigo 20 que a função remunerada dos tripulantes a bordo de aeronave deverá, obrigatoriamente, ser formalizada por meio de contrato de trabalho firmado diretamente com o operador da aeronave.

Uma terceirização ampla dos tripulantes pode acarretar não apenas a precarização da profissão de tripulante de aeronave, mas, principalmente, pode afetar de forma contundente a segurança de voo nas operações aéreas em todo país.

Entenda: aeronautas.org.br/

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Cursos em Guarulhos (SP)

As inscrições estão abertas!

Guarulhos (SP)

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Retomada de operações internacionais poderá exigir comprovante de vacinação contra a covid

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) já tem conversado com autoridades aeronáuticas de outros países sobre o eventual uso de um “passaporte sanitário” para restabelecer progressivamente a normalidade dos voos internacionais. Essa é uma possibilidade para levantar restrições à entrada de passageiros já vacinados contra covid ou relaxar exigências como quarentena de até 14 dias na chegada a outros países, segundo o presidente da Anac, Juliano Alcântara Noman. “A gente tem buscado, conversado com países nesse sentido, temos avançado. O que todos dizem é que ainda existe um dever de casa interno, consolidar as bases da vacinação, colocar tudo digital, definir regras internas. Mas é, de fato, uma possibilidade”, afirmou Noman, em entrevista ao Valor. Hoje o Brasil está com menos de 5% da malha internacional existente antes da pandemia. O pior, na avaliação do presidente da agência, é que são operações sem regularidade. A maioria dos voos ocorre de modo esporádico.

Nos Estados Unidos, a entrada de pessoas que estiveram no Brasil nos últimos 14 dias em geral não é permitida, com exceções para cidadãos americanos e residentes permanentes no país. No Reino Unido, brasileiros são obrigados a fazer quarentena de dez dias, monitorada pelo governo. “Na prática, isso inviabiliza o transporte. Ou você precisa muito ir, por alguma razão, ou inviabiliza a viagem”, diz Noman, que recebeu o mandato de diretor-presidente até março de 2025. Ainda incipiente, a ideia é que quem estiver comprovadamente imunizado possa viajar sem essas restrições. Pouco mais de 29 milhões de pessoas já tomaram pelo menos a primeira dose no Brasil. Países como Estados Unidos e Reino Unido já estão muito perto de atingir metade da população. Além de autoridades americanas e europeias, a Anac também tem conversado sobre o assunto com representantes da Argentina e do Chile. Juntos, são os principais destinos de voos para o exterior partindo do Brasil. “Eu gostaria de ver já alguma retomada no segundo semestre”, afirma Noman. Ele pondera, contudo, que a hipótese de criação de um passaporte sanitário não é decisão imediata. “Ainda está cedo. A vacinação precisa avançar mais.” Para o diretor-presidente, há que se “desmistificar” a ideia do passaporte. Ele lembra que muitos países exigem carteira de vacinação internacional, com comprovante de imunidade contra doenças como a febre amarela, para a entrada de passageiros. “Não é algo totalmente novo. A diferença, agora, é a escala disso.”

Fonte: Valor Econômico. Clique aqui e leia o texto na íntegra.

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“A ideia da MP é simplificar, desburocratizar, corrigir distorções”, afirma o presidente da Anac

O governo pretende enviar ao Congresso Nacional, nas próximas semanas, uma medida provisória com alterações no Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) e na lei de criação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em vez de reforma da legislação, a iniciativa é tratada como uma “faxina regulatória”. “A ideia da MP é simplificar, desburocratizar, corrigir distorções”, afirma o presidente da agência, Juliano Noman.

A quantidade de taxas de fiscalização cobradas na aviação civil, definidas pela Lei da Anac (11.182 de 2005), deverá cair das atuais 342 para apenas 25. Já as companhias aéreas não serão mais consideradas concessionárias de um serviço público, conforme estabelece hoje o CBA (7.565 de 1986), e ficarão livres de um contrato de concessão como pré-requisito das operações.

Por Daniel Rittner. Leia na íntegra: Valor Econômico