Confira o editorial completo

“Nunca passamos por um momento tão duro na aviação mundial. Isso todos sabem. Mas o que pouca gente está vendo é que a crise tem sido mais dura, aliás, muito mais dura para uma parte da cadeia do transporte aéreo: as empresas de serviços em solo.

Não precisamos ir muito longe para entender porque isso se dá e para compreender que devemos olhar o cenário de outra forma. Somos um setor intensivo de mão de obra, antes da pandemia, representávamos no país quase 40 mil empregos. Mas 16 mil trabalhadores tiveram que ser dispensados. Muitas empresas – Esatas – tiveram dificuldades em conseguir empréstimos para enfrentar o momento atual.

Bom, as empresas em solo fazem o serviço especializado que caberia aos aeroportos e às companhias aéreas.  Por esse motivo a solução para a crise tem que ser pensada de maneira colaborativa, será preciso olhar a cadeia como um todo para que a retomada seja possível. Se o setor de ground handling não suportar a travessia, toda a aviação será prejudicada e a velocidade de retomada será comprometida. Aeroportos, empresas aéreas – de voos regulares e não regulares – órgãos públicos sabem disso. Somos a parte frágil.

Nesta edição, uma ampla reportagem sobre a semelhança da crise brasileira e da europeia nos serviços em solo (graças à semelhança de modelos de livre mercado), um debate sobre a ação colaborativa para a recuperação da aviação, uma entrevista com o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz sobre o tema pandemia, além de importante posição da ANVISA sobre os processos sanitários em aeroportos e aeronaves.

Não deixe de conferir ainda as ações do Sineata para atualizar o Código Brasileiro de Ocupações, antiga reivindicação do setor, e a luta pela exclusão do ISS da base de cálculo do PIS/Cofins.”

 

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