Confira o informativo da Anac

A Anac disponibilizou um informativo com orientações para o enfrentamento ao risco de contágio do novo coronavírus.

Informativo 01/2020 – Covid 19 traz um compilado das principais medidas anunciadas até o momento e as recomendações sobre os cuidados em relação à infecção respiratória.​

Aqui no blog, você irá visualizar as recomendações aos operadores aéreos.

• Siga as orientações das autoridades sanitárias competentes;

• Esteja sempre ciente do risco relacionado à Covid-19;

• Garantir que os comandantes de voo conheçam o protocolo de “Atendimento

de Evento de Saúde Pública a bordo” da ANVISA;

• Assegurar que uma quantidade suficiente de água potável e sabão estejam

disponíveis, antes da partida, para higienização das mãos dos passageiros e

tripulantes;

• Assegurar que um número suficiente de luvas e máscaras estará disponível a

bordo da aeronave;

• Providenciar à tripulação um higienizador de mãos à base de álcool a 70%, no

mínimo;

• Assegurar que não haverá passageiros a bordo da aeronave em solo, por um

período superior a 30 minutos, sem que o fluxo de ar da cabine esteja em

pleno funcionamento (Pressurization Air Conditioning Kits -PACKS);

• Recomenda-se que, durante o período de pandemia do novo coronavírus, a

empresa realize uma avaliação criteriosa do percentual de renovação de ar a

ser empregada na cabine (Pressurization Air Conditioning Kits-PACKS) em

todas as etapas do voo. Além do exposto e nas situações de ocorrência com

passageiros ou tripulantes que apresentem os sintomas de Covid-19 a bordo

da aeronave, recomenda-se que a empresa avalie a pertinência de uso do

maior percentual de renovação de ar disponível no sistema da aeronave (ex.

Fluxo de ar em HI);

• Os operadores aéreos devem fornecer informações aos membros da

tripulação e aeroviários sobre a gestão da Covid-19 a bordo de uma aeronave;

• Assegurar que a tripulação e equipe de solo estão devidamente qualificadas

para executar os procedimentos adequados para os casos com

passageiros/tripulantes doentes, bem como para os casos confirmados,

suspeitos ou prováveis de Covid-19 a bordo da aeronave:

• Se possível, passageiros doentes (e seus contatos próximos, incluindo

familiares) ou tripulantes com tosse, febre, dor de garganta, suores ou

calafrios devem estar separados de outros passageiros como precaução,

com pelo menos um lugar de reserva em cada lado ou um lugar à janela com

um lugar de reserva ao lado deles. Idealmente, a fila de assentos deve ser

mantida vazia;

• Se possível, providenciar máscara cirúrgica para uso deste

passageiro/tripulante afetado;

• Se possível, atribuir um sanitário específico para utilização exclusiva dos

passageiros/tripulantes afetados;

• Cumprir com as orientações elencados pela ANVISA (“Atendimento de

Evento de Saúde Pública a bordo”).

• Incentivar as tripulações a:

• Evitar o contato com pessoas doentes.

• Ficar nos seus quartos de hotel, na medida do possível;

• Minimizar a entrada da população em geral;

• Utilizar o distanciamento social (se possível, manter uma distância de

aproximadamente 2 metros) sempre que estiver em público;

• Evitar multidões, lojas, eventos desportivos ou de entretenimento de

massas e outras situações susceptíveis de atrair um grande número de

pessoas;

• Alimentar-se em seus quartos de hotel com serviço de quarto ou serviço de

entrega. Se não houver opções de refeições nos quartos, devem comer num

restaurante localizado no hotel. Se não estiverem disponíveis no hotel,

devem comer em um restaurante localizado perto do hotel.

• Desenvolver e divulgar um plano/procedimento a ser seguido pelos

tripulantes que apresentarem os sintomas de Covid-19, contendo, por

exemplo:

• A forma de entrar em contato com a empresa aérea, com as autoridades

sanitárias competentes em locais onde a tripulação estará fazendo escala,

pernoite etc;

• As informações sobre as autoridades sanitárias competentes nos estados e

locais relacionados à Covid-19 etc.

• Supervisionar o estado de saúde dos tripulantes da empresa, tais como:

• Considerar a possibilidade do fornecimento de termômetros para uso da

tripulação;

• Orientar para que os tripulantes verifiquem sua temperatura, pelo menos a

cada duas vezes ao dia (no período da manhã e da noite);

• Orientar para que os tripulantes comuniquem imediatamente sintomas de

Covid-19 (Exemplo: febre, tosse ou qualquer dificuldade para respirar)

• Verificar, periodicamente, se os tripulantes estão realizando o

monitoramento dos sintomas e que estão assintomáticos durante os

exercícios de suas funções a bordo;

• Certificar-se que os tripulantes estão assintomáticos antes de embarcarem

no voo;

• Monitorar e adotar as medidas necessárias para a segurança de voo e saúde

dos tripulantes que tiveram contato próximo com casos suspeitos, prováveis

ou confirmados.

• Orientar para que tripulantes que apresentarem sintomas de febre, tosse ou

dificuldade respiratória exerçam suas funções a bordo de aeronave, nos

segmentos de voo subsequentes até que tenham sido liberados pelos

profissionais da saúde competente;

• Assegurar que as pressões de custo não reduzam indevidamente os níveis de

segurança aceitáveis;

• Assegurar o uso contínuo do Sistema de Gerenciamento de Segurança

Operacional em todo seu potencial;

• Considerar a existência de novos riscos associados a operações não rotineiras

ou mistas (carga/pax);

• Considerar a redução do desempenho pessoal e o aumento do risco

relacionado a Fatores Humanos da tripulação e aeroviários (Exemplo: medo,

aumento do stress, aumento das pressões, distração, complacência, razões

psicológicas etc.);

• Assegurar que a política de “cultura justa” é conhecida e compreendida

dentro da empresa;

• A empresa deverá avaliar o risco (sanitário e de segurança de voo) para

utilizar tripulantes que estejam dentro do grupo de risco definido pela

autoridade sanitária competente;

• Considerar e mitigar novos riscos relacionados a fadiga neste novo cenário;

• Considerar um maior monitoramento de dados de voo para identificar

eventos precursores de risco;

• Considerar limitar o acesso às aeronaves (cabine e cockpit) apenas ao pessoal

com atividades essenciais a segurança do voo;

• Considerar uma maior atenção aos procedimentos de pré-voo, tais como:

NOTAMs, possíveis indisponibilidades de tripulantes com sintomas de Covid19, adequações de SOP etc;

• Avaliar cautelosamente os critérios para transporte de carga em cabine de

passageiros, bem como adequação da política para transporte de artigos

perigosos;

• Compartilhar avaliações de risco e experiência entre os operadores aéreos;

• Os operadores aéreos devem realizar a limpeza e desinfecção das aeronaves

conforme estabelecido em normas específicas da autoridade sanitária e

observar as orientações do fabricante da aeronave. Devem observar ainda:

• O design da cabine de pilotagem, da cabine de passageiros e o tipo de

superfície a ser limpa;

• As características utilizadas para limpeza e desinfecção. Eles devem ser

compatíveis com os componentes da aeronave, e não devem causar efeitos

danosos a peças, estrutura ou aviônicos da aeronave;

• Avaliar a necessidade de aumento da frequência da limpeza e desinfecção

das aeronaves (incluindo cockpit) em virtude da pandemia do novo

coronavírus.

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