Quais são os riscos de ser contaminado pela ômicron em um avião?

Segundo a médica infectologista e consultora em biossegurança Sylvia Lemos Hinrichsen, entrevistada pelo site UOL, os voos oferecem os mesmos riscos de infecção que outros lugares. “A variante ômicron é mais transmissível em qualquer local, e não apenas no avião”.

Um dos problemas relacionados ao contágio durante viagens aéreas, segundo Sylvia, não é necessariamente o avião em si, mas algumas práticas que precedem o voo. “É o pré-voo: o aeroporto, o lanche, a fila, o despacho da mala. Em todos esses locais, também há o risco de contaminação caso não sejam tomadas as medidas necessárias de prevenção”, afirma a médica. Embora os aviões comerciais de grande porte possuam sistemas de ar-condicionado que renovam todo o ar da cabine a cada três minutos, além do uso de filtros especiais que impedem a disseminação dos vírus, é comum ver pessoas tirando a máscara nesses locais.

Isso é particularmente comum em voos de maior duração, e ocorre não apenas durante as horas das refeições, segundo a infectologista, o que pode favorecer a disseminação da covid-19 e outras doenças. Se puder, evite a viagem “Quem for integrante dos grupos de risco deve evitar ao máximo voar e se expor a situações que favoreçam a infecção pelo vírus. No momento, a minha sugestão é que, se as viagens puderem ser evitadas ou adiadas, vale a pena. Principalmente para quem é de grupo de risco e que possa ter alguma comorbidade”, diz a infectologista.

Os cuidados como uso de máscaras, higienizar as mãos e evitar aglomerações devem continuar.

Fonte: site UOL

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