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OACI e ANAC promovem o Ano da Cultura AVSEC

Com foco no princípio de que a segurança é responsabilidade de todos, a Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) e a Agência Nacional de Aviação Civil  (ANAC) realizarão uma série de eventos e atividades para apoiar o Ano da Cultura AVSEC (Year of Security Culture – YOSC). Devido às restrições causadas pela pandemia, a maioria dos eventos será feita de forma remota.

O Ano da Cultura AVSEC é um esforço global, que busca encorajar e facilitar o aprimoramento dos comportamentos e práticas de AVSEC. Todos na aviação fazem parte disso.

De que forma a ANAC irá apoiar o Ano da Cultura AVSEC?

Em âmbito nacional o Ano da Cultura AVSEC será promovido pela Gerência de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita (GSAC), da Superintendência de Infraestrutura Aeroportuária (SIA), com o apoio da Coordenadoria de Instrução AVSEC e SESCINC (CIAS), da Superintendência de Pessoal da Aviação Civil (SPL).

A ANAC pretende contribuir para o Ano da Cultura AVSEC por meio de diversas ações que serão desenvolvidas ao longo do ano de 2021, tais como mesas redondas com especialistas em diversos temas relacionados à AVSEC, cursos de capacitação, ações de conscientização, incentivo à adoção e o compartilhamento de melhores práticas, premiação para inovações em security, bem como a tomada de ações individuais e coletivas em prol da cultura AVSEC na ANAC, nos demais órgãos públicos com responsabilidade AVSEC e na indústria.

Para complementar, uma pesquisa está disponível no portal AVSEC. Para participar basta clicar neste link: https://pesquisas.anac.gov.br/index.php/182634?lang=pt-BR.

A pesquisa é curta, pode ser respondida até o dia 13/06 e trará um panorama muito importante para a promoção da cultura de AVSEC no país.

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O setor de ground handling é um dos mais fragilizados pela pandemia

Entidades representando as companhias aéreas, os aeroportos e as empresas de ground handling participaram da Audiência Pública com o tema Impactos da Pandemia no Transporte Aéreo, na Câmara dos Deputados (Anexo II, Plenário 11), em Brasília. Convocada pela Comissão de Viação e Transporte, a reunião extraordinária teve o objetivo de ajudar os deputados a conhecer melhor os impactos da pandemia no setor aéreo.

Evento contou com a participação do presidente da Abesata, Ricardo Miguel, e representantes de diversas outras entidades do setor. Em toda a América Latina, o setor caiu de 7,6 milhões de trabalhadores em 2019 para 3,7 milhões em 2020.

Foi apresentado um retrato da evolução da crise e todos os aspectos que precisam ser trabalhados para permitir a retomada, entre eles o enfrentamento de problemas como o fato de o país ter um dos combustíveis mais caros do planeta, a insegurança jurídica e os entraves para o crescimento do setor.

O segmento de ground handling defendeu um formato específico para o setor aéreo acerca da garantia para o acesso ao crédito, quer seja através do Fundo Garantidor de Investimento, quer seja por meio do FNAC (fundo nacional de aviação civil), uma vez que as empresas não puderam utilizar até agora.

O diretor da IATA no Brasil, Dany Lima de Oliveira, mostrou o retrocesso que a pandemia está representando para a aviação mundial. “Basta olhar que em 2019, foram transportados em todo o mundo 4,5 bilhões de pessoas e no ano passado caímos para 1,8 bilhão, foi como andar para trás 20 anos”, disse Dany.  Na visão do executivo, a conectividade aérea foi dizimada pela pandemia.

Já Eduardo Sanovicz, presidente da Abear, apresentou um mapa de tudo que precisa ser feito para permitir a retomada do setor, destacando a questão do combustível entre os mais caros do mundo, representando 28,9% do custo das companhias aéreas.

Para o presidente da Abesata, o setor de ground handling é um dos mais fragilizados pela pandemia não apenas porque é intensivo de mão de obra, mas principalmente pelo fato de que as empresas não conseguiram acesso ao crédito. “Mexer nas regras do fundo garantidor para que todas possam ter acesso ao socorro é um dever de honra de todos nós aqui reunidos”, disse Miguel. O executivo explica que na prática os bancos não querem emprestar dinheiro para as empresas de serviços em solo porque o setor de aviação tem sido um dos mais atingidos pela crise, e não querem arcar com nenhum risco. Miguel também pontuou que o segmento está na expectativa da publicação do Benefício Emergencial que permite redução de jornadas e salários.

Ronei Glanzmann, Secretário Nacional da Aviação Civil (SAC), disse que tudo que pode ser feito em termos de regulação para ajudar o setor foi feito e que só a vacinação vai permitir a retomada da aviação. Todos os participantes destacaram o papel relevante do transporte aéreo na pandemia, fazendo os insumos chegarem aos destinos em um primeiro momento e agora as vacinas.

 

Participaram da audiência pública o presidente da ANAC, Juliano Noman, Ronei Saggioro Glanzmann, Secretário Nacional da Aviação Civil (SAC), Eduardo Sanovicz, Presidente da ABEAR, Dany de Oliveira, Diretor da IATA no Brasil, Ricardo Aparecido Miguel, Diretor-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo – ABESATA, Dyogo Oliveira, Diretor-presidente da Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos (ANEAA), Ondino Dutra, Presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas – SNA, além dos Deputados Federais Carlos Chiodini, Coronel Tadeu, Rodrigo Coelho.

 

Fonte: Abesata

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CCR levou o Bloco Sul, que era o mais atrativo do dia

Nesta quarta-feira (7), o governo federal realizou uma série de leilões.

A CCR foi uma dos grandes vencedoras do leilão de aeroportos. A companhia levou o Bloco Sul, que era o mais atrativo do dia, e o Bloco Central, ambos com lances bastante acima dos segundos colocados.

Venceu a disputa pelo Bloco Sul com um lance de R$ 2,128 de outorga, que representou um ágio de 1.534% em relação ao valor inicialmente fixado pelo edital. A disputa já era esperada, mas o resultado superou a meta do governo.

A CCR venceu a proposta da espanhola Aena, de 1,05 bilhão de reais e a do grupo Infraestrutura Brasil, de 300 milhões.

A francesa Vinci ficou com o Bloco Norte, com os terminais de Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina (PR), Navegantes e Joinville (SC), e Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS).

A companhia brasileira também levou o Bloco Central, no qual estão os aeroportos de Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina (PR), Navegantes e Joinville (SC), e Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS). Para arrematá-lo, ofertou pagar outorga de 754 milhões de reais, ante valor mínimo de 8,1 milhões. A oferta bateu a proposta de 40,3 milhões do consórcio Central Airports, formado por Socicam Infraestrutura e o fundo de investimento XP Infra III.

Bloco Sul: Companhia de Participações em Concessões (CPC) – Grupo CCR

Curitiba/PR, Foz do Iguaçu/PR, Navegantes/SC, Londrina/PR, Joinville/SC, Bacacheri/PR, Pelotas/RS, Uruguaiana/RS e Bagé/RS

Bloco Norte: Vinci Airports

Manaus/AM, Porto Velho/RO, Rio Branco/AC, Cruzeiro do Sul/AC, Tabatinga/AM, Tefé/AM e Boa Vista/RR

Bloco Central: Companhia de Participações em Concessões (CPC) – Grupo CCR

Goiânia/GO, São Luís/MA, Teresina/PI, Palmas/TO, Petrolina/PE e Imperatriz/MA

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Confira os tipos de máscaras proibidas a partir do dia 25

 

Atenção, passageiros!

A partir do dia 25 de março, quem precisar viajar de avião, deverá estar atento aos tipos de máscaras que NÃO serão permitidas nos aeroportos e aeronaves, de acordo com as novas regras da ANVISA para o combate à Covid-19.

 

  • Máscaras de acrílico ou plástico transparente
  • Máscaras com apenas uma camada
  • Bandanas e lenços
  • Máscaras com válvula de respiração
  • Face Shield (sem máscara de proteção por baixo)