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Após avanço da ômicron e H3N2, ANAC autoriza menos tripulantes em voos

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou a Azul e a Gol a voar com menos comissários de bordo nos aviões –três, em vez de quatro profissionais. A Latam fez o mesmo pedido e aguarda resposta da agência.

 

Na prática, a medida obriga as empresas a reacomodarem passageiros em outros voos, porque haverá limite de até 150 assentos em aviões com capacidade para até 186 pessoas.

Os pedidos das companhias aéreas estão relacionadas ao avanço da variante ômicron, que tem causado afastamento de tripulantes das escalas de voo e cancelamentos de voos.

A autorização da Anac à Azul foi dada em 12 de janeiro; o aval à Gol, nesta segunda-feira (17).

As empresas são obrigadas a manter um comissário para cada 50 passageiros. Assim, para voar com três tripulantes, os voos passam a ter número reduzido de passageiros.

No caso da Gol, os Boeings 737-800 e 737 Max 8 afetados pela medida poderão levar até 150 passageiros caso operem com três comissários. Os aviões têm capacidade para 186 passageiros.

Na Azul, voos com Airbus A320 ficam restritos a 150 assentos; a aeronave tem capacidade para levar 174 passageiros. Em aeronaves Embraer E195, a companhia poderá levar 100 passageiros e usar dois comissários; o avião tem capacidade para até 118 passageiros. A Gol se limitou a confirmar a informação da redução de comissários. A Latam informou que aguarda manifestação da Anac sobre o pedido de atuar com menos comissários.

 

Voos cancelados

Em meio ao avanço da variante ômicron e do vírus H3N2 da influenza, as companhias aéreas estão dispensadas muitos de seus tripulantes com síndromes gripais para que esses possam fazer o isolamento.

Isso fez com que diversos voos fossem cancelados no início de 2022. A Azul foi a primeira a ter voos afetados, mas a Latam também sofreu com os impactos, cancelando 111 voos.

Na ocasião, a Anac afirmou que monitorava os casos de Covid-19 e gripe em pilotos, comissários e demais profissionais do setor aéreo, para minimizar impactos em voos.

No mundo, o avanço da variante ômicron em meio à necessidade de isolar tripulantes potencialmente infectados levou a milhares de atrasos ou cancelamentos, a maioria deles em aeroportos dos EUA e da China, entre o Natal e o Ano Novo.

 

 

Fonte: G1

 

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Inscreva-se para o lançamento do 6º Anuário Brasileiro de Aviação Civil

O Instituto Brasileiro de Aviação (IBA) lançará no dia 24 de agosto a 6ª Edição do Anuário Brasileiro de Aviação Civil, em um evento online gratuito. A publicação apresenta diversas estatísticas do setor aéreo como análises mercadológicas, operacionais e econômicas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da aviação.

Nesta edição, além das atualizações sobre as tendências do setor e os dados de mercado, o anuário contará também com informações e análises sobre a retomada da aviação diante da pandemia de Covid-19.

Clique aqui e acesse o site do IBA para mais informações sobre a transmissão do evento e inscrições.

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Companhia anunciou 220 aeronaves elétricas para voar nas cidades

Uma parceria bilionária.

A Azul Linhas Aéreas anunciou uma parceria de US$ 1 bilhão com a Lilium, desenvolvedora alemã de eVTOLs (sigla em inglês para veículo elétrico de decolagem e pouso vertical) e terá frota de “carros voadores” no Brasil em 2025.

A entrega de 220 aeronaves está prevista para daqui quatro anos. A parceria deve ser consolidada em breve. As empresas aguardam a finalização dos termos comerciais e das documentações definitivas desse acordo.

Estas aeronaves, também conhecidas como “carros voadores” são parecidas com drones para transporte de passageiros adaptados para voar dentro da cidade ou percorrer curtos trajetos entre municípios, de até 20 km.

Quem também aposta no futuro da mobilidade aérea urbana com os carros voadores é a Embraer. A Eve Urban Air Mobility, braço da Embraer, desenvolve o seu próprio eVTOL (sigla para carro elétrico voador) e recentemente fechou parceria para operar o modelo em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e outras grandes cidades em países da América do Sul.

Além disso, a startup firmou acordos comerciais para exportar o veículo para os mercados dos Estados Unidos e Europa. A Eve também mira o mercado asiático, com operação de eVTOLs para táxi aéreo.

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Programa Voo Simples reduz custos para empresas aéreas

Lançado em outubro de 2020 pelo Ministério da Infraestrutura, Voo Simples é um programa do Governo Federal para simplificar e desburocratizar o setor de aviação civil brasileiro. As iniciativas serão constantemente revistas e novas ações poderão ser incorporadas ao programa.

“O nosso Código é da década de 80 e até hoje não conseguimos alterar ele. E a aviação avançou muito neste período”, disse Ronei Glanzmann, secretário nacional de Aviação Civil (SAC).

O que já foi feito pela MP: simplificação do registro de aeronaves, ampliação de pistas para operações aeroagrícolas e fim da exigência de plano de zoneamento de ruídos para aeródromos privados já são ações concluídas pelo Programa Voo Simples.

Atualmente, o programa contempla mais de 60 ações em parceria com a ANAC e aproximadamente de 200 sugestões estão em análise e independentemente se a proposta seja exequível ou não, a agência buscará responder todos os proponentes em um prazo de até 30 dias após o recebimento da contribuição.

Mais informações: Anac